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domingo, 26 de julho de 2009

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O roubo do Palácio (Pavilhão Rosa Mota)

http://i142.photobucket.com/albums/r111/pvaraujo/PavRosaMota-novo.jpgO executivo de Rui Rio, eleito para gerir a cidade, quer entregar a gestão do Pavilhão Rosa Mota a um grupo privado, investindo 15 milhões de euros (nossos) neste fantástico negócio que prevê ainda a construção de edifícios no jardim envolvente ao pavilhão.

- O Consórcio privado (AEP, Pavilhão Atlântico, AAColiseu, e Parque Expo) só entra com três milhões de euros, mas tem garantidos 80% do capital social da sociedade gestora a formar.

- O Município do Porto fica com 20% do capital, mas tem de entrar com 15 milhões de euros!!!

Este ROUBO tem a aprovação de PSD / CDS / PS.

Perante estas contas, há comentários possíveis ?!...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Centro Comercial do Bolhão

Numa reunião secreta ontem realizada no pequeno auditório do Rivoli, onde nem os jornalistas foram autorizados a entrar (!) foi realizada uma sessão de "apresentação e esclarecimento" com a participação da TCN, Associação de Comerciantes do Bolhão, o Vereador Lino Ferreira e Laura Rodrigues, moderada pelo jornalista Júlio Magalhães.

Pelas imagens "roubadas" no local consegue-se vêr claramente a intenção da TCN de transformar o Bolhão num Centro Comercial, demolindo completamente o actual mercado, inclusivé as escadarias laterais, e a escadaria principal, o varandim, e as próprias lojas exteriores, que terão que ser todas reconstruídas para acrescentar os acessos às habitações (a verde):
clicar na imagem para ampliar


Entrada da Rua Formosa com lojas e supermercado(?) a azul.


Novo Piso com lojas, duas as quais de grandes marcas (azul).


Entrada da Rua Fernandes Tomás: Outro piso novo com o espaço do mercado e praça da alimentação (coberta). Cabem todos aqui?

Piso de Habitação e escritórios. As habitações convivem com o mercado...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Bolhão sem especulação

Mercado do Bolhão, 23 de Fevereiro de 2008
As imagens falam por si...




mais fotos: http://picasaweb.google.com/3pegadas/BolhO23Fev2008

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Areia para os olhos!

Um cidadão portuense escreveu ao Presidente da Câmara demonstrando a sua preocupação e indignação em relação ao futuro do mercado do Bolhão, ensombrado, como se sabe, pelo projecto megalómano da multinacional TCN - TramCroNe.

A resposta da Presidência, assinda pelo Chefe de Gabinete, foi a que a seguir se transcreve:
"Em nome do Senhor Presidente da Câmara Municipal do Porto acuso recebida a carta de V. Exª, sobre o assunto em epígrafe, que mereceu a nossa melhor atenção.
Cumpre-me esclarecer que em nenhum momento foi tomada qualquer deliberação que, directa ou indirectamente, admita a demolição do Bolhão. De resto, mesmo que a loucura política a tal pudesse conduzir, nunca tal se concretizaria por se tratar, e bem, de um edifício classificado. Isto é o Bolhão não vai, nem pode ser demolido.
A contra-informação que corre sobre uma tal hipótese é uma campanha política contra o Executivo Municipal, que apenas convence os menos esclarecidos.
Descanse, pois, V. Exª., que o Bolhão vai ser recuperado preservando inteiramente a sua bela arquitectura. Tudo o que se diz e escreve fora disto são disparates sem qualquer consistência, e totalmente falsos." - 14/02/2008
Numa notícia publicada no dia 21 de Janeiro de 2008, Pedro Neves, responsável da empresa TCN (escolhida pela Câmara para transformar o Bolhão) dizia o seguinte:
"A demolição do interior do Mercado do Bolhão, no Porto, é uma "inevitabilidade" para garantir que possa ser recuperado o investimento, afirma Pedro Neves, engenheiro da TramCroNe, empresa que venceu o concurso para a reabilitação e exploração do edifício."
A somar a tudo isto, o grupo jurídico do Movimento Cívico em defesa do Bolhão apurou que "não há contrato subscrito entre a Câmara Municipal do Porto e o Promotor Imobiliário, não obstante ter sido aprovado pela Assembleia Municipal toda a base programática e intenções da Empresa Imobiliária TCN.

O que veio a público referia que o contrato tinha sido assinado entre as duas partes, situação que apenas ontem se soube que não ocorreu e que vem fragilizar mais uma vez todo este processo, que se arrasta com várias indefinições e garantias vagas para com o Mercado e Comerciantes!" - http://manifestobolhao.blogspot.com/

Este facto é grave se tivermos em conta que estão a decorrer negociações entre a TCN e os comerciantes para que eles saiam do mercado para um local provisório, criando a ideia de que o projecto da TCN é irreverssível...

Para ajudar a atirar areia para os olhos da população, no sábado de manhã, foram tirar as medidas ao edifício...

Indiferentes a esta ridícula "manobra" de diversão, comerciantes e população gritavam dentro do edifício público:

O BOLHÃO É NOSSO! O BOLHÃO É NOSSO! É NOSSO, E HÁ-DE SER!

Este Sábado 23, lá estaremos outra vez!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Boas Notícias!

"Mercado do Bolhão - Imóvel de Interesse Público - Edital I/22595/08"

Edital I/22595/08, que refere que por homologação de Sua Excelência a Senhora Ministra da Cultura, foi determinada a classificação como imóvel de Interesse Público do Mercado do Bolhão e aprovado o Perímetro da Zona Especial de Protecção.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Cuidado com quem se metem!... TCN TramCrone

Só nos últimos 2 anos a multinacional TCN - TramCroNe deixou um rasto de suspeitas de corrupção e ilegalidades graves nos negócios que foi fazendo por todo o país!
Por detrás dos beijinhos e abraços que os responsáveis da TCN dão aos vendedores do mercado do Bolhão, esconde-se muita polémica e desconfiança em relação às "boas intenções" destes senhores...
É esta gente que se quer apoderar de um dos maiores simbolos do património da cidade do Porto!

Jornal Correio da Manhã - 2 Agosto 2006
PJ faz buscas a firma que negociou com os CTT
A Polícia Judiciária fez buscas às instalações da TramCroNe (TCN), em Lisboa, de onde levou “tudo o que dizia respeito” a Luís Vilar e Marcelo Nuno, antigos colaboradores da empresa e vereadores da Câmara Municipal de Coimbra. Vilar, pelo PS, actualmente com o mandato suspenso, e Nuno, pelo PSD, ambos líderes das concelhias dos respectivos partidos.

Jornal "O Mirante" - 31 Maio 2006
Bloco quer saber mais sobre os negócios da TCN
O Bloco de Esquerda quer saber mais pormenores acerca da empresa multinacional TCN que assinou um protocolo com as câmaras municipais de Santarém, Cartaxo e Rio Maior que visa a criação de uma Sociedade de Desenvolvimento Intermunicipal (SDI) (ver edição de O MIRANTE 12 Abril 2005).
Tanto na Assembleia Municipal do Cartaxo, por intermédio de Francisco Colaço, como na assembleia da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT), por Pedro Malaca, os bloquistas mostraram muitas reservas em relação à idoneidade da TCN Property Projects Portugal S.A.
Francisco Colaço requereu mesmo na última sessão da Assembleia Municipal do Cartaxo informações sobre os representantes legais da empresa, bem como o seu histórico comercial e negocial. Situação a que o líder do município, Paulo Caldas (PS), respondeu dizendo que o protocolo ainda estava pouco definido em termos de números.
O deputado do BE muniu-se de várias notícias recolhidas na Internet sobre negócios da empresa em Portugal que envolvem a construção de centros comerciais em Coimbra e na Guarda a envolver polémica com autarcas e eventuais violações de planos directores municipais.
O mesmo em relação a alegados benefícios para a multinacional na transacção de imóveis adquiridos e vendidos no mesmo dia com grandes margens de lucro, além de ”ligações perigosas” a autarcas e sociedades de construção
.(...)

Correio da manhã - 27 Julho de 2006
Estado: compra e venda de imóveis
Comissões para partidos na PGR
Ruy Manuel Silva, empresário português residente em Inglaterra acusado de burla no caso da venda de um prédio dos CTT, em Lisboa, fez uma exposição à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que dá a entender que os principais partidos políticos portugueses recebem comissões sempre que a empresa TramCroNe (TCN) intervém na compra de imóveis do Estado.

Jornal Notícias - 17 Março 2007
AEP rompe relações com TCN Portugal por causa da Exponor
A construção da nova Exponor no Europarque, em Santa Maria da Feira, pode estar por um fio. A Associação Empresarial de Portugal (AEP) cortou relações com a TCN Portugal, a principal parceira no investimento estimado em 850 milhões de euros. O fim do negócio, considerado Projecto de Interesse Nacional (PIN), fará mergulhar na indefinição o projecto da futura Exponor XXI, em Leça da Palmeira, em Matosinhos. As divergências começaram quando Júlio Macedo, presidente da TCN Portugal, veio a público acusar Ludgero Marques, responsável máximo da AEP, de estar a querer incluir no empreendimento a edificar nos terrenos do Europarque, na Feira, uma fábrica de painéis solares, da qual é administrador. As declarações caíram que nem uma bomba. Considerando não haver margem para negociar, o líder da Associação Empresarial rompeu com o representante da promotora imobiliária em Portugal. Os contactos estão, agora, a ser feitos directamente com os responsáveis da empresa-mãe, na Holanda. O JN sabe que dirigentes da AEP estiveram recentemente naquele país a tentar encontrar uma solução para o imbróglio.

ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DO SUL REALIZADA NO DIA 2 DE FEVEREIRO DE 2007 PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA: "A Vereadora Dr.ª Fátima Pinho proferiu para a acta o seguinte:
“Gostaria de começar por manifestar o meu profundo descontentamento pela situação que o Sr. Presidente da Câmara e os Senhores Vereadores do PSD criaram na última reunião da Câmara Municipal, que teve lugar no dia 22 de Janeiro do presente ano. Durante essa reunião, os Senhores abandonaram a sala impedindo que os Vereadores do PS colocassem as suas dúvidas relativamente ao negócio, muito irregular, em nossa opinião, da venda de 39% do capital social da empresa municipal Termalistur a uma empresa de nome TramCroNe – Promoções e Projectos Imobiliários, S.A. (TCN). Na prática, o Sr. Presidente da Câmara e os Senhores Vereadores do PSD tentaram aquilo que vulgarmente se designa por “passar uma rasteira” aos Vereadores da oposição, de forma a poderem esquivar-se ás perguntas incómodas, mas mais do que legítimas, dos Vereadores do PS. Quando, no período de antes da ordem do dia, solicitei ao Sr. Presidente da Câmara que me permitisse colocar algumas questões relativas ao teor de uma notícia que dava conta da intenção da TCN de não ratificar o negócio que tinha assumido no dia 30 de Dezembro de 2006, com a Câmara Municipal, o Sr. Presidente aceitou e sugeriu que as dúvidas fossem colocadas no final da reunião, dado que iria incluir tal assunto na ordem de trabalhos. Qual não é o espanto dos Vereadores do PS quando, no final da reunião, o Sr. Presidente da Câmara afirmou que não iria pronunciar-se sobre novos e graves factos. Face a esta posição, fui obrigada a insistir e argumentar, de modo a que as dúvidas dos Vereadores do PS pudessem ser esclarecidas. Ao que tudo indica, o Sr. Presidente da Câmara sentiu-se muito ofendido quando afirmei que o Sr. Presidente e os Vereadores do PSD não estavam a gerir uma empresa privada mas sim uma Câmara Municipal, um município, logo deviam explicações ás pessoas, nomeadamente aos Vereadores da oposição. Disse também que estavam a ser pagos com o dinheiro dos contribuintes e que tinham o dever de esclarecer as nossas dúvidas. Disse apenas a verdade. Nada mais do que a verdade. Nestes assuntos não devem existir tabus. Disse o que naquela altura era necessário dizer. Os responsáveis políticos devem possuir estrutura para ouvir estas e outras verdades. A democracia funciona deste modo e quem não deve não teme."(...)

PortugalCentro - 23 Setembro 2006
A Comissão Regional aprovou, na terça-feira, o licenciamento comercial do Fórum Theatrum e chumbou os dois projectos do Guarda Mall e do Guarda Plaza. A decisão representa mais um revés para o empreendimento dos holandeses da TCN, sócios da Câmara (da Guarda) numa sociedade de capitais mistos criada para explorar o centro comercial projectado para a zona do mercado municipal. (...)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Bolhão Holandês!

Já temos shoppings a mais
e outras lojas que tais
preferimos o Bolhão
Agora arrebenta a bolha
e há que fazer a folha
a quem quer demolição

Ó talhantes, ó peixeiras,
floristas e vendeiras
de hortaliça e de fruta
Aqui viemos dizer
que o nosso querer é poder
abaixo os filhos da puta

Nada somos separados
mas juntos somos danados
e já cresce o furacão
Não baixaremos os braços
fortes são os velhos laços
que nos ligam ao Bolhão


O mercado do Bolhão corre o risco de desaparecer para sempre...
Este típico mercado da cidade do Porto, tem vindo a resistir ao longo dos anos, mas agora está ameaçado por fortes interesses económicos num edifício que está classificado como Património Nacional.
O presidente da Câmara do Porto, decidiu que a melhor forma de reabilitar este velho edifício era entregá-lo a uma empresa privada para o gerir nos próximos 50 anos!
A escolhida foi a multinacional holandesa TCN – Tramcrone que já está a elaborar um projecto para o mercado.
Esse projecto vai destruír o mercado tradicional, transformando este fantástico espaço em mais um Centro Comercial igual a muitos outros. Todo o interior do edifício será demolido para dar lugar à especulação imobiliária (supermercado, lojas, habitações...)
Este edifício começou a ser construído em 1851, e é actualmente o único mercado tradicional do centro da cidade, considerado a alma do Porto onde se podem ainda encontrar as típicas vendedeiras e as genuinas gentes do Porto.
Ajude-nos a salvar o mercado do Bolhão. Denuncie este atentado contra o património. Escreva ao Presidente da Câmara Municipal do Porto:
Dr. Rui Rio
Praça General Humberto Delgado
4049-001Porto
Email: geral@cm-porto.pt

O povo do Porto não está a dormir!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Cidade do Porto gerida por empresas privadas

VENDE-SE CIDADE, OU DÁ-SE À EXPLORAÇÃO! Teatro Rivoli, Mercado do Bolhão, Mercado Ferreira Borges, Mercado do Bom Sucesso, Pavilhão Rosa Mota, Palácio do Freixo, Palácio da Bonjóia, Praça de Lisboa, Recolha de Lixo, Cemitérios...

Ó FREGUÊS, É SÓ ESCOLHER !

Trata Dr. Rui Rio...

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

A maior árvore de natal da europa...

...recebe a visita da pila do "millenium"!!!

RIO ENTENDE! O PORTO NÃO SE VENDE!!!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

CONFIRMA-SE!! RIO CONTINUA A METER ÁGUA!!!


Comissão propõe que a Câmara do Porto entregue Rivoli a Filipe La Féria !

Segundo a edição do Jornal Público de 13/12/2006, o presidente Rui Rio poderá mesmo entregar a gestão do teatro municipal Rivoli a Filipe La Féria, tal como se previa!

Segundo o Público "Confirmação oficial ainda não há, mas o PÚBLICO sabe que a proposta que a comissão restrita formada para analisar as candidaturas apresentou a Rui Rio - e que terá de passar ainda pelo crivo do executivo camarário, onde a coligação PSD/PP dispõe de maioria absoluta - prevê que o respectivo contrato de gestão vigore a partir de 15 de Março de 2007, sendo válido por quatro anos.A referida comissão imputa à Bastidores - Produções Artísticas Ld.ª (empresa de La Féria, que partilha a sede com o Teatro Politeama, em Lisboa) uma previsão de custos da ordem dos 5,3 milhões de euros para uma receita de 5,6 milhões no primeiro ano de exercício. Estes números não foram, porém, confirmados pelos responsáveis da empresa. "Não chegámos a apresentar um orçamento", disse ao PÚBLICO Irene Sousa, produtora da Bastidores, garantindo não ter recebido qualquer indicação quanto a uma decisão da autarquia. Porém, este desfecho (que ameaça reacender a contestação dos agentes culturais da cidade à decisão de privatizar o Rivoli, e que teve o seu ponto alto na ocupação daquele teatro, em Outubro) só irá por diante quando e se obtiver luz verde do presidente da câmara, Rui Rio."

No mínimo curiosa é outra informação avançada pelo Público. Segundo o jornal até à entrega do teatro àquele produtor, o funcionamento do Rivoli deverá ser assegurado por uma comissão de instalação a criar para o efeito e que deverá ser presidida por Santos Carvalho, vice-presidente da Empresa de Águas do Município do Porto, e composta ainda por Margarida Fernandes e Raquel Castello-Branco, actuais vice-presidentes da Culturporto.

É caso para dizer que o RIO continua a meter muita ÁGUA!!!!